Passos venceu, por FT.
Passos Coelho ao contrário do primeiro debate foi afirmativo, distintivo e pouco reactivo. Por tudo isso, venceu.
Vencedor e meio, por David Dinis.
Passos Coelho não se meteu na guerra de capelinhas do PSD e ganhou.
Pedro Passos Coelho, por Paulo Querido.
Antes de ler seja quem for, para ter uma opinião directa, não influenciada: Pedro Passos Coelho mostrou-se claramente acima dos competidores na corrida das directas do PSD. (...) Quando Passos Coelho fala consegue captar a atenção. A sua voz é escutada (pelos outros candidatos). Apresenta um discurso fresco, tem duas ou três teclas bastante boas (realistas), consegue doseá-las (Santana Lopes, por exemplo, não consegue, mistura tudo).
Notas sobre o debate do PSD, por Carmex.
Pedro Passos Coelho tem as ideias mais coerentes e é quem as apresenta melhor. (...) Graças a estas directas do PSD, está a ser discutida e apoiada a necessidade de descer impostos em Portugal, bem como assuntos como a flexibilização da legislação laboral, a possibilidade de escolha de instituições de saúde e educação e a porção das actividades económicas arrebatadas pelo Estado aos privados. Neste país de carneiradas guterristas, já é muito bom sintoma que isto se discuta. E o mérito vai inteiro para PPC.
O debate laranja, por CMC.
Viu-se um Passos Coelho muito forte na parte inicial, dirigindo-se, como a circunstância lhe exigia, a Ferreira Leite, com quem quis marcar um terreno de que a decisão se trava entre os dois. E conseguiu levar a melhor do que a ex-governante, pois soube mostrar e separar as águas dos dois candidatos.
AAN
Filipa Martins
João Espinho
Jorge Fonseca Dias
LR
Paulo Gorjão
Rui A.
TAF
Vasco Campilho
Vítor Palmilha
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Impressões de um boticário de província