(...) É por isso que é difícil de entender os motivos que levam tanta gente a querer pôr uma cruz por cima da candidatura de Pedro Passos Coelho, olhada pelas elites do PSD como se fosse uma espécie de "pecado", uma aberração incómoda que não pediu autorização para existir. Que é muito jovem, que nunca foi membro de nenhum Governo, que não reivindica nenhum "ismo", que andou a trabalhar não sei aonde, que... Por idênticos critérios nem Cameron, nem Blair nem Zapatero teriam chegado onde chegaram. Os seus currículos também não eram particularmente impressionantes. O que significaram, cada um deles à sua maneira, foi uma ruptura com o estado das coisas.AAN
Filipa Martins
João Espinho
Jorge Fonseca Dias
LR
Paulo Gorjão
Rui A.
TAF
Vasco Campilho
Vítor Palmilha
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Impressões de um boticário de província