Quinta-feira, 1 de Maio de 2008
... permitam-me uma crítica ao que
aqui está escrito porque acho que sai fora do espírito desejável para a candidatura (e também porque a capacidade de auto-crítica, sem complexos, é em si mesmo um factor diferenciador positivo). Tal como
comentei n'A Baixa do Porto a respeito da necessidade de protagonistas para o Porto e para o Norte, não faz sentido depois de se ouvir Barack Obama proclamar
"we are the ones we are looking for", vir dizer que
"o PSD tem que encontrar o seu Obama."... ;-)
Nós precisamos apenas de nós próprios. Pedro Passos Coelho é um de nós.
É em momentos como este que acredito que avançar apoiado nos valores, crenças e projectos políticos nos leva longe, tão mais longe que aos caciques do costume. Aqui não há estratégia de futuro, procurar influências ou lugares. Aqui há projecto político assumido sem medo.
(Quem se atreveria a afirmar-se liberal em Portugal neste momento?)
Quem está com Pedro Passos Coelho está com o Partido Social Democrata!
Amigo V. Campilho, um beijinho pelas conversas nos almoços da UV07 e pelas que se seguirão! é óptimo ver-te por aqui *
Bem observado.
O efeito prático da candidatura de Barak Obama é, nesta fase, de natureza meramente formal e servirá sobretudo para dar mais consistência à candidatura de McCain, no caso em que este venha a ser eleito candidato pelo partido democrata.
Totalmente de acordo, caro Tiago.
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