No PSD, pois claro.
Directas para 70 e tal mil militantes. Os outros 40, 50, 60 mil (?) não pagam as quotas não têm direito a voto. Continuarão a ser militantes, com cartão, mas não se sabe bem para quê. Talvez à espera de uma daquelas migalhas que o poder costuma distribuir pelos seus amigos.
Adiante.
A campanha está a chegar ao fim. Diz-se que começou a aquecer e que amanhã terá uma série de cerejas (leia-se “ataques”) para que, na ocasião de exercer o seu direito, nenhum dos militantes-pagantes tenha dúvidas na escolha que vai fazer.
Eu fiz a minha, é pública e tenho consciência do timing em que o fiz.
Ainda muitos andavam a correr atrás do Presidente da Câmara do Porto, enquanto outros fugiam dele a sete pés, o que resultou na candidatura de Manuela Ferreira Leite, ainda num tempo em que alguns esperavam ventos fortes da Madeira, enquanto outros entoavam hinos ao regresso do menino guerreiro, e eu, como sempre, sem olhar para o lado (e muito menos para trás), fiz a minha escolha.
Depois do debate de ontem, e de tudo o que tenho lido nesta campanha interna, reforcei a certeza de ter feito a melhor escolha. Por me parecer a melhor para o PSD e para o país.
Sábado lá estarei a votar em Pedro Passos Coelho, a quem desejo a melhor sorte no cumprimento daquilo a que se propõe e com uma equipa onde a qualidade se sobreponha ao caciquismo.
foto: joão espinho
AAN
Filipa Martins
João Espinho
Jorge Fonseca Dias
LR
Paulo Gorjão
Rui A.
TAF
Vasco Campilho
Vítor Palmilha
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Impressões de um boticário de província