Segunda-feira, 26 de Maio de 2008
O mais concreto que encontrei na moção de MFL sobre o papel do Estado foi isto:
Afirmamos assim, sem hesitações, que o Estado não pode, nem deve, estar em todo o lado. E que o Estado – até em nome da necessidade de criteriosa utilização dos recursos públicos – deve antes centrar a sua acção naquelas que são – e devem continuar a ser – as suas obrigações indelegáveis, deixando, sem complexos, para a sociedade civil e as suas instituições, tudo aquilo – e é muito – que esta muito melhor é capaz de fazer.
De ana a 26 de Maio de 2008 às 17:36
Depois de ler, com algum detenimento , a moção da Dra Manuela Ferreira Leite e, não obstante, todo o respeito que me merece, sou levada a concluir que a referida moção não passa de uma declaração de intenções, vagas e sem explicitação ou fundamentação adequadas. Identificar e equacionar os problemas de uma forma séria e responsável é, sem dúvida uma tarefa imprescindível mas, apenas o ponto de partida para um aprofundamento e concretização em propostas exequíveis e que possibilitem uma revitalização do partido e do país em todos os sectores fundamentais. Tal, parece-me ausente da moção em questão. Não se pode analisar ou avaliar seriamente com base em intenções ou preocupações, embora legítimas e, algumas (preocupações) extensivas a todos nós. O que o país necessita e partido, a meu ver, reclama, são soluções: possíveis, fundamentadas e exequíveis para que possamos atravessar, com o mínimo de sobressaltos e serenidade, esta crise que atravessamos e que não se reduz apenas a aspectos financeiros. É urgente renovar o partido e devolver a todos nós razões compreensíveis para a instauração da Esperança num Futuro que não pode ser adiado sucessivamente.
Pedro Passos Coelho tem a inteligência, a lucidez, os conhecimentos e o carácter, para além de um projecto coerente, consistente, fundamentado e exequível, para levar a cabo a árdua tarefa de conduzir o partido e o país a bom porto. Com ele, acredito ser possível evitarmos o naufrágio para que este Governo nos vem empurrando. Não deixemos fugir o Futuro, agora.
Um abraço, ana
Comentar post