Sexta-feira, 9 de Maio de 2008

Onde uns vêem desvantagens, vejo eu algumas vantagens:
- “nunca exerceu um cargo executivo público” é uma vantagem, aliás reconhecida pelo articulista, pois realça que Pedro Passos Coelho tem “menos vícios políticos em face do seu afastamento das lides nos últimos anos“
- “não ter obra no passado nem pensamento político conhecido” donde se conclui que, na óptica do colunista, quem não tem uma coluna no Expresso, não participa num programa na Rádio Renascença, não foi Primeiro-Ministro ou Ministro ou ainda quem não disputou a liderança do PSD (mesmo que por interpostos militantes), não tem pensamento político conhecido.
- “o benefício da dúvida” - a ambiguidade do ser ou não ser. Uma vantagem, que acasala bem com a vontade que seja uma desvantagem.
João Espinho
«Imagem pessoal atractiva, podendo captar o voto feminino»
Há realmente alturas em que eu tenho vergonha de ser portuguesa, não pelas loiras burras que pululam nos partidos, mas pelas figuras execráveis que alimentam e estimulam a sua burrice.
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