Quinta-feira, 8 de Maio de 2008

Outro desafio

Eu não queria comentar: estou com muito trabalho e a minha vida não é isto... mas não resisti ao desafio de um nosso leitor.

Tiago Barbosa Ribeiro defende que a linha programática liberal no PSD é um roubo de bandeiras ao PS. Não seria necessário a ministra da Saúde vir a terreiro recolocar-nos em 1976 para perceber o escabroso dessa proposição. É certo que o velho slogan "Partido Socialista, Partido Marxista" já não tem curso no PS socrático. Mas a verdade é que a história da democracia portuguesa não passa de um longo (e lento) aggiornamento do PS relativamente aos anacronismos que herdou da sua génese, na via da democracia liberal europeia que o PSD abraçou desde a sua fundação. Só que quando o PS finalmente se dispõe a abraçar as nossas bandeiras, em geral é sinal que elas já estão ultrapassadas.

Por isso é que a verdadeira clivagem entre os dois grandes partidos portugueses não é esquerda vs. direita: é inércia vs. movimento, é passado vs. futuro. O PSD tem uma matriz ideológica abrangente - personalista, liberal e social-democrata - que vai tentando com mais ou menos sucesso adaptar aos tempos e às circunstâncias. O PS tem uma memória - republicana, reviralhista e PRECista - que tenta preservar apesar da sua crescente irrelevância para a acção no tempo presente.

Pedro Passos Coelho, nisto tudo, aparece como o candidato mais capaz de protagonizar a adaptação da matriz de sempre do PSD às circunstâncias e às necessidades do tempo presente. O candidato mais capaz de devolver ao PSD o papel de liderança da sociedade portuguesa no seu movimento para a modernidade. É isso que incomoda Tiago Barbosa Ribeiro. No seu lugar, também me sentiria incomodado.
publicado por Vasco Campilho às 14:03
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Quarta-feira, 7 de Maio de 2008

Lido no Público

Brown, Cameron, Passos Coelho, etc. (excerto)

(...) É por isso que é difícil de entender os motivos que levam tanta gente a querer pôr uma cruz por cima da candidatura de Pedro Passos Coelho, olhada pelas elites do PSD como se fosse uma espécie de "pecado", uma aberração incómoda que não pediu autorização para existir. Que é muito jovem, que nunca foi membro de nenhum Governo, que não reivindica nenhum "ismo", que andou a trabalhar não sei aonde, que... Por idênticos critérios nem Cameron, nem Blair nem Zapatero teriam chegado onde chegaram. Os seus currículos também não eram particularmente impressionantes. O que significaram, cada um deles à sua maneira, foi uma ruptura com o estado das coisas.

Pedro Passos Coelho tem arcaboiço intelectual e psíquico para ser líder? Não sei e isso só se saberá se lhe derem uma oportunidade. Quer privatizar a Caixa Geral de Depósitos? Barroso também queria. É mais liberal que as elites social-conservadores PSD ou que as elites social-liberais do PS? Pelo menos abre a possibilidade de escolha. Propõem coisas que o "centrão político" (ou dos interesses) não aprecia? Tanto melhor. Haverá mais escolha e mais transparência.

Qual é a alternativa? Para além da função de "controlo de danos" de Ferreira Leite, sobra no PSD um estranho jogo de sombras em torno da hipotética chegada de um qualquer D. Sebastião que lhe há-de restituir o poder. Pouco importa o que pensará ou a que virá.

Aliás, a última grande vantagem de Passos Coelho é essa: a da transparência.

Teresa de Sousa, no Público de hoje (link disponível para assinantes).
publicado por O futuro é agora às 12:43
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Um líder democrático

Na entrevista que acabou de dar ao Dia D, Pedro Passos Coelho teve oportunidade de explicar o seu pensamento em relação a vários assuntos que estão em jogo nestas eleições: a crise no PSD e as suas raízes, o seu posicionamento relativamente aos outros candidatos, as ideias que defende no domínio do emprego, das políticas sociais, da segurança, da saúde, entre outros.

Mas para mim, o momento alto da noite foi quando Pedro Passos Coelho exprimiu o seu pensamento sobre a natureza da governação em democracia. Num país em que se confunde diálogo com paralisia e autoridade com prepotência, foi refrescante ver um político assumir com naturalidade a importância da auscultação, da concertação e do compromisso, não como formas de assegurar a sobrevivência política de um Governo, mas como formas de promover o movimento e a progressão da sociedade na direcção pretendida.

Sem falar no assunto, Pedro Passos Coelho deu a melhor resposta ao mito de que a governação é uma questão técnica para a qual a competência só pode advir da tarimba ou de altíssimos diplomas. Deu a resposta de um político que sabe o que é ser um líder democrático.

P.S.: outro momento alto foi quando Pedro Passos Coelho se referiu à blogosfera, claro...
publicado por Vasco Campilho às 00:32
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Terça-feira, 6 de Maio de 2008

Hoje às 23H na SIC Notícias


Pedro Passos Coelho entrevistado por Ana Lourenço no Dia D. A não perder.
publicado por O futuro é agora às 15:56
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Merece reprodução integral

Blog

A entrevista de Pedro Passos Coelho a António Ribeiro Ferreira, no CM de ontem, é um marco na história do PSD e é natural que suscite entusiasmo. Não sei onde andou Passos Coelho até agora, mas, se esteve a estudar a lição, foi tempo bem empregue.

Reconhece-se a sua filiação ideológica, mas percebe-se que o PSD das suas facções tradicionais não tem ali lugar. Também não se sabe até que ponto os militantes do partido, os que têm direito a voto, estão despertos para esse tipo de discurso e de ideias. É provável que a partir de agora ele venha a ser visto como o candidato com ideias mais modernas e que dê voz ao eleitorado flutuante do PSD (a classe média das cidades) mais do que às concelhias – que têm sido um factor de atraso estrutural do partido. Se isso basta para ganhar as directas, não se sabe. Mas depois de ter dito o que disse está aberta a porta para a reforma antecipada dos dinossauros, de Santana a Jardim, passando por Menezes e pelo hemiciclo laranja de hoje.


Por Francisco José Viegas, no Correio da Manhã.

publicado por O futuro é agora às 02:44
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Segunda-feira, 5 de Maio de 2008

Vale a Pena Arriscar

Reconheço que o Dr. Pedro Passos Coelho é uma incógnita. Sem experiência governativa nem de liderança de grandes organizações, mas representa o futuro. Está pouco preocupado com o diagnóstico sobre o passado, porque não tem qualquer responsabilidade no actual estado de desânimo a que o País chegou e não tem de se defender. Compreende a nova geração. Está disposto a arriscar e a inovar. Se necessário com processos de inovação radical. Vale a pena correr o risco. Com a noção clara dos incómodos de que esta minha posição me trará, vou votar nele nas próximas eleições do meu partido.


Luís Todo Bom, no Jornal de Negócios.
publicado por O futuro é agora às 16:38
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Spin Doctors

Ao João Gonçalves não lhe passa pela cabeça que Pedro Passos Coelho diga o que diz antes de mais nada por convicção?
publicado por Vasco Campilho às 00:17
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Domingo, 4 de Maio de 2008

Entrevista ao Correio da Manhã

[CAPA CM]
Eduardo Pitta foi mais rápido do que eu na detecção desta imprescindível entrevista de Pedro Passos Coelho ao Correio da Manhã. E tem toda a razão: este candidato distingue-se por falar claro. Leitura obrigatória para os nossos leitores mais ávidos de propostas concretas...

Act.: Francisco José Viegas considera esta entrevista "um marco na história do PSD." Para mim, era claro desde o início que esta candidatura tem uma importância dessa ordem para o PSD e para Portugal. Mas é sempre agradável ouvir alguém de fora a confirmá-lo...
publicado por Vasco Campilho às 15:45
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Curiosidades

O presidente da secção onde milita Manuela Ferreira Leite apoia... Pedro Passos Coelho. Aqui e aqui.
publicado por Vasco Campilho às 12:04
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Sábado, 3 de Maio de 2008

Hoje é dia de Sol

publicado por O futuro é agora às 10:49
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Progressão Exponencial

Acerca da sondagem que saiu hoje de manhã no Expresso, Pedro Passos Coelho concluiu ontem o lógico:

«Se em duas semanas de campanha alguém que não foi primeiro-ministro, ministro, nem secretário de Estado, consegue obter 15,5 por cento das preferências dos portugueses e a possibilidade de impedir uma maioria absoluta, imagine o que não pode ser a progressão num ano de campanha eleitoral centrada nos portugueses e a apostar numa nova geração que traga uma política diferentes».

Já extrapolar esses resultados para o interior do PSD, como Rui Oliveira e Costa ontem fez no Expresso da Meia-Noite perante uma Marina Costa Lobo estupefacta - e que só não lhe deu troco para não ser mal-educada - é apenas conversa de treta.
publicado por Vasco Campilho às 09:08
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Sexta-feira, 2 de Maio de 2008

Lido no Câmara de Comuns

Passos Coelho representa a mudança. Uma mudança arrojada, mas necessária face às expectativas e à esperança que Portugal deposita no PSD. Desta vez tudo pode ser diferente. O PSD terá de escolher entre a mudança ou mais do mesmo. Entre olhar para trás ou andar para a frente. Entre o seu passado ou o seu futuro. Estas são as opções. As opções entre as políticas de ontem e o partido de amanhã.
publicado por O futuro é agora às 17:38
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Ler a Carta de Valores (2)

O futuro é agoraDefendi aqui que a carta de valores devia ser lida, e levada a sério. Embora não ache mal que haja quem a leve para a brincadeira, vou tentar elaborar um pouco sobre a importância dessa leitura.

Um político que afirma os valores pelos quais se guia, preto no branco,  está a expôr-se a um escrutínio muito mais apertado do que aquele que apenas faz promessas. Porque fugir às promessas é simples: basta dizer que "não era promessa, era objectivo"; ou noutro registo, "não fazia ideia que a situação era tão má antes de ser eleito!" Rings a bell?

Pedro Passos Coelho não foi por aí. Isto não quer dizer que ele não venha, a seu tempo, a propôr medidas concretas para o País: terá que o fazer. Mas começou por referenciar a sua acção a um quadro de valores. E isso faz toda a diferença.

A partir de agora, cada um de nós poderá olhar para as suas acções e pensar: como é que esta medida aparece à luz do valor da pessoa? Como é que esta atitude se coaduna com o valor da liberdade? Como é que esta proposta permite concretizar o valor da mudança? etc.

Em nome do valor da verdade, Pedro Passos Coelho atravessou-se. E é também por isso que merece a nossa confiança.
publicado por Vasco Campilho às 15:59
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Entrevista ao JN

Pedro Passos Coelho deu uma entrevista ao JN que aconselho vivamente a ler na  íntegra. Posto isto, deixo aqui alguns excertos especificamente sobre as questões que mais têm agitado a blogosfera relativamente à sua candidatura.


Papel do Estado


Defendo um Estado forte e digno que não dependa dos privados para exercer a sua função, leia-se negociação das parcerias público-privadas, por exemplo na área da saúde. O primeiro-ministro vem dizer que o Estado não tem competência para fazer negociação com os privados e que portanto não se fazem...

Já estavam lançadas quatro.

Mas houve um recuo. Ora, acho que o Estado deve ter competência para negociar com os privados. E não o pode fazer de uma forma que lance dúvidas sobre a sua independência. Defendo, por isso, o reforço do Estado na sua função reguladora, séria e autónoma face aos privados. Em segundo lugar acho que o Estado precisa de se retirar da economia. Quem cria a riqueza não é o Estado, são as empresas e os indivíduos e nós devemos criar um horizonte muito bem definido de alienação, de retirada do Estado da economia.



Liberdade

Coloca-se como liberal. A liberdade maior tem como consequência maior risco. Acha que os portugueses estão preparados?

Dar mais liberdade implica também dar mais responsabilidade às pessoas. Se queremos que as pessoas sejam mais livres de decidir, temos também de as responsabilizar. Um exemplo. Este Governo fez uma reforma ao nível das pensões que é de saudar. Mas não mexeu no modelo de financiamento. Não apostamos na capitalização. Temos de fazer esse salto qualitativo. Claro que isto envolve risco. Se eu disser que o Estado garantirá sempre no futuro a solução, quer as pessoas tenham poupanças, quer as pessoas não tenham, estou a promover não uma escolha livre, mas uma escolha sem responsabilidade. Acho que esta pedagogia tem de ser feita.

Transponha para a área económica. Aceita maior flexibilidade ao nível do emprego e do despedimento?

Acho indispensável. Temos de caminhar para uma maior flexibilidade das regras laborais. Há que vencer dois mitos. O do despedimento massivo - flexibilizar as regras laborais não significa permitir o despedimento massivo porque as empresas precisam de trabalhadores; a ideia de que as pessoas têm empregos para a vida inteira. Isso não existe, é um anacronismo claro.



Direita e Esquerda

O PSD nunca escondeu que defendia uma social-democracia à portuguesa. Definiu-se sempre como reformista, pela Europa e pela economia de mercado. Esta é a história do PSD. O PS demorou muitos anos a perceber que a área pública era essencial para a definição das regras sociais, mas que não podia ser um peso para a sociedade. E o PSD esteve sempre à frente, a puxar para a economia de mercado. Isto é ser de direita ou ser de esquerda?

A esquerda dirá que é ser de direita.

E eu direi que em muitos sentidos isto foi feito contra a estatização mas pela libertação da sociedade civil. Isto é uma ideia de direita? Querem colocar a libertação da sociedade civil à direita? Julgo que não. Conheço muita direita centralista e estatizante e conheço muita esquerda conservadora.



Pacto de Silêncio

Espero que a seguir à eleição directa e ao congresso haja condições para a união do PSD, mas tenho dito que a união não quer dizer unanimismo. É útil que as pessoas saibam que dentro dos partidos há correntes de pensamento, de estratégia alternativas. Os que perderem não precisam de se envergonhar daquilo que pensam, pelo contrário, devem manter a sua observação. Não exijo uma unanimidade de opiniões nem exigirei o silenciamento de ninguém.

publicado por Vasco Campilho às 12:48
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Quinta-feira, 1 de Maio de 2008

Lido no 4R

Pelo menos a candidatura de Pedro Passos Coelho à liderança do PSD afirma-se com a clarividente noção de que não é a discutir pessoas que o partido reganha crédito. É a discutir políticas. Políticas capazes de virar a página e de oferecer ao País uma real alternativa a este navegar sem rumo, à espera de que aconteça a salvação de um milagre económico. Suceda o que suceder nas eleições para a liderança do PSD julgo que a Passos Coelho se pode atribuir o indiscutível mérito de querer levar o partido a discutir-se, mas com os olhos postos no País.
publicado por O futuro é agora às 20:57
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Críticas

Paulo Pinto Mascarenhas interroga-se sobre se Pedro Passos Coelho não devia "estar a criticar a política financeira de Teixeira dos Santos" em vez de criticar "a obsessão do défice que existe desde 2002".

Mas como é que um político que se comprometeu com a verdade poderia escamotear que esse caminho "não pode ser imputado estritamente ao PS", e que "nós também já cometemos esse erro"?
publicado por Vasco Campilho às 14:48
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Quarta-feira, 30 de Abril de 2008

Pureza da fé

Bruno Alves preocupa-se com a pureza da fé de Pedro Passos Coelho. Apesar da confessa simpatia pelas ideias, não lhe basta que o ora candidato à liderança do PSD tenha explicitado repetidas vezes uma avaliação negativa do mandato de Menezes: Bruno Alves condiciona a sua aprovação ao repudiar por Passos Coelho dos apoios peçonhentos que ele identificou no "partido autárquico".

Tem razão Bruno Alves ao dar importância às condições necessárias à implementação do projecto reformista e liberal de Pedro Passos Coelho - não vai ser fácil. Mas engana-se ao acreditar que é a pureza do candidato e dos seus apoios que permite criar essas condições. Pelo contrário: é a abrangência e a heterogeneidade dos apoios ao projecto de Pedro Passos Coelho que lhe transmite a força de que necessita para o implementar.

Serão apenas os dissabores da democracia eleitoral que desaconselham o purismo dos líderes políticos? Penso que não. Desconfio dos puros que querem o poder. Simpatizo com comentadores puristas como o Bruno Alves, e aprecio a riqueza que trazem ao debate de ideias. Mas quando um puro adquire poder, a tirania está próxima.
publicado por Vasco Campilho às 23:02
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Site Oficial de Candidatura de Pedro Passos Coelho


http://www.passoscoelho.info/


publicado por O futuro é agora às 21:34
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Miguel Frasquilho apoia Pedro Passos Coelho

Frasquilho revê-se na candidatura de Passos Coelho bem como «na maior parte das bandeiras que tem defendido, nomeadamente na eleição da falta de crescimento económico em Portugal como principal problema estrutural do país».
publicado por O futuro é agora às 16:37
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Ler a Carta de Valores

O documento apresentado ontem por Pedro Passos Coelho é uma peça fundamental no debate político que agora se inicia. Há muito tempo que não se via um político iniciar uma caminhada para o poder pela afirmação dos valores que o movem. No mundo utilitarista do combate político, é muito mais fácil deixar os valores envoltos numa confortável indefinição. Há sempre um conselheiro que sussurra "primeiro chegue ao poder, homem! depois poderá aplicar os seus valores à vontade..."
Quanto mais não seja por essa coragem, esta carta de valores  merece ser saudada. E lida. E levada a sério. Porque se Pedro Passos Coelho chegar às responsabilidades que almeja, será à luz destes valores que deveremos avaliar a sua acção.
publicado por Vasco Campilho às 14:56
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Revelação bombástica!


Piotr Kropotkine fala sobre um seu ex-aluno (desculpem o português um pouco anárquico... deve ser da constipação):

o acima supra meçionado candidato foi meu aluno, e devo dzer que ao contrário de algumas e certas e determinadas peçoas, fez o curso durante a semana não faltando às aulas, comportando-se como aluno aplicado e de assinalável humildade e cordialidade em vez de vedeta politica em regime de part time ou de gajo que faz curso por correspondência ou em regime de turismo de habitação.... teve notas fabulosas que lhe foram conferidas por mérito através de exames reais e iguais prá populaça toda e sabe mesmo de economia e de gestão.... e teve notas mesmo daquelas mesmo mesmo boas às cadeiras que metiam matemática e cálculo e açim portanto que não metiam só capacidades retóricas e tal e coisa..... portanto tudo oq ueu diçer sobre este candidato deve ser medido pela lente da minha amizade e apreçu peçual...
publicado por O futuro é agora às 11:55
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Porquê?

Como primeiro post neste blog para o qual tive a honra de ser convidado, acho que devo explicar o porquê do meu apoio a Pedro Passos Coelho.

 

Não sou contra Manuela Ferreira Leite e não sou contra Pedro Santana Lopes.

 

Independentemente de concordar ou não com as suas candidaturas e posições políticas, não me posso esquecer que Manuela Ferreira Leite é tida como mãe do deficit e Pedro Santana Lopes filho da confusão. Estes factos, mais ou menos claros, mais ou menos deturpados, estão bem presentes na cabeça dos portugueses. E o futuro é mesmo agora!

 

Não podemos escolher um líder até 2009 ou 2011 à espera do messias. Não podemos voltar atrás com quem pregou e levou com pedras. Não podemos esquecer que somos e seremos um partido de poder e que ganhar as eleições para podermos finalmente colocar Portugal onde merece é uma prioridade!

 

Passos Coelho não é o melhor do mundo, não tem mais experiência que os outros, não tem os notáveis que os outros têm. Mas é exactamente disso que tem vivido o nosso partido e consequentemente o país. De dirigentes com experiência e vícios insanáveis e de notáveis que apenas aparecem quando cheira a poder. E, note-se, os resultados não foram os melhores. Não podemos fugir às responsabilidades de 3 anos em que fomos realmente maus para o país.

 

Onde estava Ferreira Leite em 2006, quando precisávamos realmente dela? Quando necessitámos de um líder credível e que fosse um pólo de união no partido? Quando tinha os apoios de todos sem qualquer reticência?

 

Passos Coelho assumiu antes de todos a sua discordância com métodos e práticas.

 

Passos Coelho assumiu antes de todos e independentemente de qualquer um a sua candidatura.

 

Passos Coelho é um líder, e é disso que o partido precisa.

 

Passos Coelho está bem preparado e tem uma equipa extraordinária com condições para colocar o partido e o país no caminho certo.

 

Passos Coelho já tem 44 anos, o futuro é agora!

 

 

sinto-me:
publicado por Vítor Manuel Palmilha às 11:17
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Entrevista na SIC-Notícias (2)

publicado por O futuro é agora às 10:36
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Esquerda e Direita

Houve várias reacções na blogosfera às declarações de Pedro Passos Coelho em que o candidato a líder do PSD afirma não ser de direita nem de esquerda. Curiosamente, ambas obliteraram a parte afirmativa da declaração, em que Pedro Passos Coelho se afirma reformista e liberal. Estranha cegueira: vinha no título da peça!...

Já nos Prós & Contras da semana passada, Pedro Passos Coelho se recusou a ser encostado à direita por Fátima Campos Ferreira. Não, Carlos Botelho, não há aqui comodismo, nem sequer tacticismo: há aqui um posicionamento político claro construído numa coerência de anos.

Ao recusar posicionar-se na dicotomia esquerda/direita, Pedro Passos Coelho reconhece que essa dicotomia diz pouco aos portugueses. Ao definir-se como reformista e liberal, o candidato à liderança do PSD está a enviar uma mensagem muito mais clara aos portugueses do que se dissesse "sou de (centro-)esquerda" ou "de (centro-)direita". Está a enviar a mensagem de que a sua governação será uma governação de movimento e de mudança; e está a enviar a mensagem de que a sua governação será marcada pelo valor da liberdade em todas as suas dimensões - pública, económica, privada, cívica.

Bem vistas as coisas, comodismo seria definir-se em relação a uma dicotomia esquerda-direita cujo conteúdo ninguém hoje sabe concretizar.
publicado por Vasco Campilho às 10:02

editado por O futuro é agora às 11:17
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Apresentação de valores na RTP

Aqui.
publicado por O futuro é agora às 00:34
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Terça-feira, 29 de Abril de 2008

Entrevista na SIC-N

J chamou a atenção para uma entrevista que é de facto muito significativa da diferença que esta candidatura traz não apenas ao PSD, mas à vida politica nacional. A ver aqui.
P.S.: algum leitor mais experiente me explica como se consegue enfiar videos em streaming nos sites das televisões no blog?
publicado por Vasco Campilho às 21:49
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Valores da Candidatura

Carta de valores apresentada hoje por Pedro Passos Coelho:

1. Pessoa – Defendo o indivíduo na plena posse dos seus direitos e deveres, marca essencial da matriz social democrata. Rejeito os “ismos” que, em nome de ideologias, sacrificam as pessoas e promovem a existência de uma burocracia sem rosto. Esta candidatura tem por referência a pessoa com as suas capacidades e anseios, mas também com as suas limitações e com as suas necessidades.



2. Liberdade –A liberdade é o valor que nos une e de que não abdicamos em nome de qualquer interesse de ocasião. Quero uma liberdade responsável, onde cada um possa viver com a consequência das suas decisões. Esta candidatura vai falar de liberdade, com liberdade. Quero mais liberdade no espaço público, mais liberdade na actividade económica, mais liberdade na vida privada, mais liberdade no exercício pleno da cidadania. A liberdade não se garante pela mera proclamação. A liberdade constrói-se, dia a dia, num processo de conquista permanente em que o PSD deverá empenhar-se cada vez mais.



3. Verdade – Falaremos verdade, pois só assim é possível acreditar que, todos juntos, podemos resolver os graves problemas do País. Recuso a política das meias palavras determinadas pela mera vontade de somar votos ou pelas conveniências da conjuntura. A verdade é para mim um imperativo ético e um compromisso de honra. Esta é uma candidatura de verdade. Não desisto dos objectivos, não vacilo na determinação e não escamoteio as dificuldades. Só um compromisso com a verdade legítima a acção política. Em democracia, uma escolha falseada é uma escolha ferida de morte.



4. Confiança – Assumo a determinação de restituir a confiança aos portugueses. A confiança no PSD e a confiança no exercício da política colocada ao serviço do cidadão e da cidadania. Quero um PSD credível para voltar a merecer a confiança dos portugueses. Para isso assumo a exigência de reconstruir a base programática da social democracia, de restituir ao PSD um rumo claro e ajustado à sociedade dos nossos dias, reflectindo os anseios e as ambições das novas gerações.



5. Esperança – Esta é uma candidatura de esperança. Quero um Portugal renovado; recuso um Portugal adiado e entregue à desilusão. A esperança é o pilar da minha determinação. Não me conformo com fatalismos, nem aceito o comodismo da mediocridade. Acredito nos portugueses, na sua criatividade, na sua capacidade de criar riqueza, no seu imenso potencial de construir uma sociedade mais justa e mais solidária. A esperança é possível. Os portugueses precisam que lha devolvamos.



6. Mudança – Há momentos em que é preciso assumir a coragem de mudar. Acredito convictamente numa mudança que tenha a marca da evolução. Proponho desde logo uma mudança profunda no PSD. E ambiciono uma nova evolução para Portugal, restituindo a esperança aos portugueses. Sei o que representa mudar. Quero que o PSD se reencontre com o melhor de si próprio, com a sua história e com o seu enorme potencial futuro. Só então o PSD poderá ser capaz de construir e de apresentar um projecto estratégico para Portugal. O PSD conduziu as principais transformações que possibilitaram a consolidação do Portugal democrático. É hora de o PSD construir uma nova ambição para Portugal, uma ambição em que os portugueses se possam rever e acreditar.



7. União – Esta candidatura acredita na união de propósitos, não acredita no unanimismo de conveniências. A melhor união é a que se faz na diversidade. Por isso não quero a união pela união, nem a aceito como um fim em si mesmo. A união deve ser conjugada com o princípio da responsabilidade institucional, não deve ser um factor limitativo do pluralismo. A promoção do debate de ideias e do confronto de pontos de vista é o mais seguro caminho para consolidar opções. Defendo a necessidade de união dos militantes do PSD no propósito de construir um projecto transformador para Portugal.



8. Mérito – Esta candidatura acredita no mérito, como afirmação autónoma de qualidade. Desejo um PSD que promova a excelência dentro de si próprio, pautando-se por princípios de abertura e de sintonia com a sociedade civil. Valorizo a iniciativa individual, a iniciativa dos agentes económicos e das organizações sociais, que na diversidade da sua riqueza estruturam e consolidam a sociedade portuguesa. Esta candidatura é a expressão de uma iniciativa individual, sem temer dificuldades e sem quaisquer garantias prévias de adesão. Por isso dou valor ao empreendedorismo e à capacidade de iniciativa dos portugueses. Acredito que a criatividade individual é o mais potente motor do progresso comum. Será minha prioridade criar condições que potenciem a energia criativa de todos e cada um de nós.


9. Autoridade - Defendo que o exercício do poder democrático deve ser claro e determinado na defesa do bem comum. Rejeito, sem hesitar, todo e qualquer autoritarismo, mas considero que a democracia e a liberdade não podem sobreviver sem uma justiça que o seja de pleno e sem o respaldo de uma autoridade legítima e respeitada. É meu propósito reconstruir essa autoridade legítima e respeitada do Estado, sem tibiezas nem complexos.


10. Oportunidade – Ambiciono que Portugal seja uma terra de justas oportunidades para todos. O PSD vai criar condições para que a diversidade e a igualdade de oportunidades sejam uma realidade e não meras declarações de intenções. A diversidade de oportunidades é essencial para a realização das aspirações de cada um. É o ponto de partida para o aproveitamento colectivo dos benefícios da iniciativa individual. Uma oportunidade disponível é um passo para uma realização pessoal e ninguém pode ser impedido de a concretizar. Entendo que na diversidade de escolhas se constrói uma sociedade mais coesa, mais tolerante, mais livre, mais plural, mais responsável.
publicado por O futuro é agora às 19:58
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É já daqui a uma hora!

O candidato a presidente do PSD Pedro Passos Coelho vai apresentar terça-feira uma carta com os dez princípios essenciais da sua candidatura e está a preparar um programa estratégico aberto, para ser desenvolvido com os cidadãos.

A apresentação vai ser na sede de campanha, no Campo Grande, nº 388 em Lisboa (ao lado do Hotel SAS Radisson).
publicado por O futuro é agora às 16:49
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Quizz

João Miranda, no Blasfémias, propõe um quizz sobre as ideias de Pedro Passos Coelho. Vejam as respostas em comentário aqui.
publicado por O futuro é agora às 16:26
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De novo o Câmara de Comuns

Diogo Morais:

Portugal precisa de um discurso de ruptura, de ideias novas e de optimismo. Não precisa, de certo, do "cinzentismo" e da política críptica. Pedro Passos Coelho representa, neste sentido um lufada de ar fresco. E o PSD deve mostrar ao país que está pronto para o servir.

publicado por Vasco Campilho às 15:53
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Lido na Câmara dos Comuns

Por fim, uma curiosidade, sabem que idade tem PEDRO PASSOS COELHO? A mesma que tinha Cavaco Silva quando foi Primeiro-Ministro! E esta, hein?

publicado por Vasco Campilho às 13:27
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Lido n'A Baixa do Porto

Um outro aspecto a favor de Pedro Passos Coelho perante as bases é o facto de ele ter decidido avançar sem esperar por apoios, sem "negociações de bastidores". Fez-se à luta com clareza e isso é apreciado.

É disto que não se podem esquecer os que criticam Pedro Passos Coelho pelos apoios que tem somado.

publicado por Vasco Campilho às 13:08
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Lido no blogue atlântico

A propósito do grande sacrifício pessoal de Manuela Ferreira Leite, diz Pedro Marques Lopes:

Eu prefiro alguém que queira ser Presidente do PSD porque tem vontade de o ser, porque pensa que pode ajudar, porque tem projectos e ideias que acha serem boas para o país.

E com toda a razão. Evidente que o mais importante são as ideias que corporizam a alternativa (por exemplo, estas). Mas convenhamos que um líder renitente não é propriamente o que o PSD precisa para se mobilizar e mobilizar o País...

publicado por Vasco Campilho às 12:38
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Notícias do dia

A Comissão Europeia revê em baixa o crescimento português. O spin governamental bem tenta sublinhar que, ainda assim, Portugal vai crescer acima da Europa. Triste consolo para um país em crise há sete anos: esta "convergência só é possível porque o valor de 1,7 por cento esperado por Bruxelas para a zona euro traduz uma forte correcção face aos 2,6 por cento do ano passado."

 

Neste contexto, o que dizem os candidatos à liderança do PSD?

 

Um assegura que falou com o Dr. Menezes antes de se candidatar.

 

Outra assevera que se candidata com muito sacrifício pessoal.

 

Pedro Passos Coelho publica num jornal popular um artigo sobre como vencer a crise.

 

Isto diz tudo sobre a escolha que se oferece aos militantes do PSD.

publicado por Vasco Campilho às 10:22
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Segunda-feira, 28 de Abril de 2008

Hoje no 24 horas

O futuro é agora. 



Portugal está a entrar no sétimo ano de uma crise sem fim à vista. O desemprego aumenta, o poder de compra das famílias diminui, e as contas do Estado só se vão equilibrando à custa de uma pressão fiscal asfixiante. Portugal converge a todo o vapor com o fundo da tabela europeia. E cada vez é mais certo


E no entanto... no entanto, há excelentes exemplos de sucesso made in Portugal. Empresas portuguesas capazes de vender os seus produtos para o Mundo inteiro, marcas portuguesas que se impõem como referenciais de qualidade internacional, profissionais portugueses que brilham nas multinacionais que os empregam.


Não tenho dúvidas de que é possível vencer a crise. Não nos falta nem inteligência, nem determinação, nem capacidade de trabalho. Da minha experiência como político e como gestor, concluí que a Portugal e aos portugueses falta sobretudo mais capacidade de passar das palavras aos actos.


Se queremos ultrapassar este bloqueio, é fundamental que abandonemos a mentalidade que vê no Estado o motor do desenvolvimento económico. O Estado não vê tudo, nem dá resposta a tudo. Enquanto esperamos pelo impulso do Estado, muito tempo passa, muitas oportunidades se perdem... e muitos elefantes brancos se constroem. A verdade é que o motor do desenvolvimento são e serão cada vez mais as empresas e todos aqueles que nelas trabalham.


Para vencer a crise em que se encontra, Portugal não pode dispensar a vontade e a criatividade dos portugueses. No entanto, o Governo parece apostado em entravar essa vontade de vencer, em coarctar o fluir da inovação com burocracias e regulamentos, em açambarcar a capacidade de investimento privado para projectos de duvidosa rentabilidade e benefício social.


É preciso reconhecer que muitos se adaptaram ao actual estado de coisas. Todos aqueles que ao longo dos anos aprenderam a dominar o labirinto burocrático e político instalado não querem abrir mão do que pensam ser uma vantagem competitiva. Mas essa vantagem, no fim de contas, é uma ilusão, e uma ilusão que custa caro ao País.


A emancipação da sociedade civil e o reconhecimento pleno do papel dos privados no desenvolvimento económico e social do país é portanto uma prioridade fundamental. Para a concretizar, precisamos de um acordo alargado na sociedade portuguesa sobre o que devemos esperar do Estado.


Candidato-me à liderança do PSD porque estou convicto que é urgente iniciar este caminho. A campanha que agora se inicia, a pouco mais de um ano de eleições, é uma oportunidade única para colocar o País a discutir o que quer para o seu futuro. Só o PSD pode encarnar em 2009 uma alternativa ao actual rumo de desesperança e resignação. Por isso desejo que esta campanha envolva não apenas os militantes, não apenas os simpatizantes, mas todos os portugueses. O futuro é agora. 
 

Pedro Passos Coelho

publicado por O futuro é agora às 16:45
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